Turismo – Coronavírus e os impactos no setor

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Viajar é um dos principais desejos das pessoas num futuro próximo

Sinal verde para a retomada do planejamento do turismo regional. Empresas do setor já podem pensar em ações para reconquistar os consumidores amantes de viagens.

O ano é 2020 e estamos prestes a entrar no quinto mês de distanciamento social. O novo Coronavírus chegou e afetou os planos de todo o mundo – literalmente! Pessoas com sonhos a concretizar nesse ano e, também, empresas de todos os segmentos em busca de prosperidade. Olhando para a questão dos negócios, o crescimento deles é algo muito necessário para a geração de empregos e o desenvolvimento econômico do país. Por isso, pensando em abastecer empresas de diversos ramos com informações atualizadas e seguras, nós, da ZAHG, lançamos uma série de estudos que reúnem e analisam tendências e inspirações nesse momento em que a pandemia ainda não demonstra enfraquecimento no Brasil.

O primeiro levantamento aborda o mercado de turismo, uma das muitas áreas afetadas por essa crise. Para avaliar a previsão de retomada do setor, fizemos um mergulho no ambiente digital e compilamos dados de diversas fontes especializadas no assunto, como ANPTUR, portal Viagem e Turismo da editora Abril, Skyscanner, entre outras, para entender o que os consumidores que amam viajar pensam para um futuro próximo.

Nosso estudo “Turismo – Coronavírus e os impactos no setor” traz um benchmarking completo da volta do turismo. O Núcleo de Pesquisa e Planejamento aqui da ZAHG fez uma intensa pesquisa e compilação de dados de entidades, associações, veículos e empresas do segmento para tentar traçar e antecipar cenários. E as notícias são positivas!

A partir desse segundo semestre, o movimento das agências de turismo sugere uma retomada, principalmente para as férias de final de ano, com foco em viagens pelo Brasil. É forte a tendência de uma maior oferta de voos brasileiros para o mercado doméstico que, segundo a Infraero, representa mais de 95% do consumo de viagens do nosso país. A Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Turismo – ANPTUR também confirma esse dado ao destacar que o Nordeste será um dos destinos mais procurados.

Nós consideramos que a explicação está no fato das pessoas se sentirem mais seguras viajando dentro do país e, também, por conta da crise atual, que comprometeu repentinamente a renda dos trabalhadores e o calendário de férias das famílias”

Márcio Jorge, diretor de Inteligência da ZAHG.

 

Para cobrir a perda total do turismo brasileiro, segundo dados da ferramenta Facebook Business, será necessário que o mercado cresça em média 16,95% ao ano em 2022 e em 2023, com PIB de, respectivamente, R$ 303 bilhões e R$355 bilhões. Apesar de 95% dos destinos terem reduzido ou adiado seus gastos com marketing, 50% deles dizem que voltarão com seus investimentos em 60 dias. Quer saber as estratégias de comunicação que as empresas do setor podem usar e mais detalhes sobre números e tendências?

Confira nosso estudo na íntegra clicando abaixo:

Turismo – Coronavírus e os impactos no setor