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Mais conectada, terceira idade chama atenção das marcas

eBooks, Estudos

Cada vez mais inseridas no universo digital, pessoas acima dos 60 anos desejam experiências de consumo e que as marcas falem sua língua e ajam com coerência

As marcas estão de olho em um público que vem crescendo: os consumidores 60+. Eles estão cada vez mais ativos, exigentes, conectados e decididos quando se fala em consumo na internet. E não pense que só porque são da terceira idade, que o interesse maior está no consumo de produtos farmacêuticos, por exemplo. Esses “nada” idosos estão buscando por categorias diversas, como vestuário, alimentação, turismo, cursos, soluções de adaptação, produtos de beleza e higiene pessoal e aulas de idiomas e intercâmbio.

Para que pudéssemos compreender o comportamento dessa nova geração de idosos, lançamos o estudo “A Terceira Idade na Era Digital”. Nosso Núcleo de Pesquisa e Planejamento compilou números oficiais divulgados por entidades de saúde e estatística nacionais e internacionais, além de associações e veículos especializados. Esses dados foram adicionados às informações encontradas pelas ferramentas parceiras de monitoramento de redes sociais e inteligência de negócios. Toda essa análise nos mostrou que o destaque do comportamento da terceira idade no digital está no aumento do hábito de buscar um produto na internet e efetuar a compra online.

Antes mesmo da realidade da pandemia do novo coronavírus e da necessidade de isolamento social, as pessoas com mais de 60 anos já estavam com um comportamento online em construção. Prova disso é o fato de dois em cada dez idosos usarem a internet para fazer compras e o smartphone é o principal meio de acesso deles. Identificamos que esse público quer viajar, dançar, frequentar academias, namorar, ir ao teatro, ao cinema, e fazer tudo o que qualquer cidadão normal e saudável faz. Ou seja, desejam ter experiências de consumo e que as marcas falem a mesma língua e entreguem produtos coerentes com eles.

Elaine Venga, gerente de Inteligência Estratégica.

A conclusão do nosso estudo tem como base os dados de entidades como SPC Brasil e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), que indicam que, entre os “Baby Boomers” (nascidos entre 1946 e 1964), pesquisar e comprar são a terceira e a quarta atividades online mais importantes, depois de notícias e mídias sociais (49% dos idosos têm esse hábito). Outro ponto a favor do comércio digital para esse grupo: eles preferem receber os produtos em casa, mesmo que saiam mais caros e elevem o valor do tíquete médio*.

Saiba mais sobre essa tendência acessando nosso estudo:

A Terceira Idade na Era Digital

* Fontes: SPC Brasil, CNDL, Inovação Globo, Hype60+

Quer saber também sobre como a pandemia do novo coronavírus influenciou a adoção de novos hábitos desse público? Acesse nosso segundo estudo:

Idosos, a Pandemia e a Inclusão Digital

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